sábado, 3 de outubro de 2009

Artigo da Pública

Como somos alunas com sobreposição de cadeiras, não nos foi possível estar presente na aula em que se debateu o artigo. No entanto, não poderíamos deixar de tecer os nossos comentários sobre o mesmo.

O artigo trata da falta de atenção que se verifica nas crianças e nos jovens, nomeadamente nas escolas, onde os professores têm a difícil tarefa de captar a atenção dos seus alunos.
Há quem culpe o tempo (em excesso) que as crianças passam em frente da televisão ou a jogar os video-jogos. É assim questionado o acesso antecipado que as crianças têm às tecnologias, levando assim a uma dependência e falta de atenção das mesmas e a um distanciamento da realidade. Com o desenvolvimento das tecnologias, torna-se assim complicada a focalização numa tarefa apenas, o que leva a crer (logo desde bem cedo) que as crianças são hiperactivas. E qual a solução? Medicamentos.

No nosso ponto de vista, e começando pelo fim, não achamos que os medicamentos sejam solução, nem tão pouco a proibição de acesso às tecnologias. Achamos sim que deve haver da parte dos pais um controlo do tempo dispendido com as mesmas e que os pais das crianças, e os professores, as estimulem para outras actividades que não incluam tecnologias, como a leitura ou passeios ao ar livre e idas a museus e exposições, ou ainda a brincarem com os nenucos e os carrinhos.

Contudo, nem de negativismos se constroi a história das tecnologias e da sua influência nas crianças. Estas, estão bastante melhor preparadas para encarar este século, comparativamente com aquelas que tiveram um acesso às mesmas mais tardio.

Agora, e para finalizar, achamos que não se deve denominar de doença, algo que é resultado de uma evolução que logicamente provoca alterações no desenvolvimento das crianças e adultos , da sociedade.

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