terça-feira, 5 de janeiro de 2010

trabalho individual

No âmbito da cadeira de Comunicação Digital e dentro do tema que nos foi sorteado, "A influência do digital na identidade", foi-nos pedido para realizar um trabalho de investigação individual. O meu trabalho trata a influência do digital na identidade a partir do perfil online no Facebook. Assim, realizei leituras de teses e livros sobre as redes sociais, e entrevistas exploratórias com pessoas que são utilizadores da rede social em estudo.
Com esta investigação cheguei à conclusão que o digital tem vindo a influenciar a vida de cada um e tem vindo a fazer parte da nossa identidade. Podemos falar, então, de uma identidade digital.

Fabíola Carlettis

domingo, 3 de janeiro de 2010

E assim chegámos ao fim de um semestre em que a reflexão acerca de dois temas tão actuais fizeram parte das nossas semanas...Se "digital" e "identidade" já fazem parte do dicionário contemporâneo, não poderia deixar de fora a relação destes com a adolescência. Daí que tenha escolhido incidir o meu trabalho individual no impacto que as novas tecnologias têm vindo a ter na construção da identidade durante a adolescência. Por estar inserida nessa geração, embora não tão de forma acentuada como os jovens que me seguem, e por estar alerta à invasão digital nas nossas vidas, é que me pareceu interessante tentar perceber um pouco mais acerca deste fenónemo de "Net Generation"...

Carlota

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

trabalho individual II


Um dos trabalhos finais que tendem (re)descobrir a identidade dos jovens, é o que eu (Catarina) irei incidir sobre. O tema é, Identidade e intimidade na rede social, um estudo qualitativo das experiências das jovens mulheres no MySpace. Este estudo procura entender profundamente, através de algumas entrevistas (anónimas) feitas por email, a raparigas entre os 18 e os 21 anos, a sua relação com esta rede social específica: O MySpace. O objectivo determinante desta investigação foi, apesar do auxílio de alguns teóricos e de algumas publicações americanas relacionadas com o tema, compreender a importância desta rede social na vida das jovens mulheres, o papel desta rede na construção da identidade das mesmas, e as relações de intimidade que as jovens mulheres estabelecem através do contacto nesta rede social.
A meu ver, é uma investigação fascinante, mantendo o anonimato das inquiridas, e tirando assim, algumas perspectivas reais à cerca da ligação das adolescentes às redes sociais.
Com isto vos deixo a magicar, e espero que um dia a investigação, possa trazer utilidade para próximos alunos que se debrucem sobre o tema da Identidade Digital.

Apresentação do trabalho final



Como o espaço aqui é pequeno e a apresentação está um pouco cortada do lado direito, podem ver a apresentação na totalidade aqui.

Trabalho individual

Um dos trabalhos individuais do nosso grupo, incide sobre a influência dos blogues pessoais femininos. Ao longo do trabalho, são analisadas duas entrevistas a duas bloggers portugueses que diariamente actualizam os seus blogues, de carácter pessoal, escritos no feminino, para quem quiser ler. Foram ainda analisados alguns textos de vários autores sobre os blogues, nomeadamente de Fábio Henrique Cipriani, Clara Pereira Coutinho, Hugh Hewitt e Emily Nussbaum.

os blogues entraram nas vidas dos jovens e, parece que foi para ficar.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

NOVO DESIGN

FINALMENTE!!

Está giro ou não está?

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

E se de repente...

... nos dissessem: "Não podes usar mais o powerpoint nas apresentações" ??

Foi exactamente isso que nos foi dito. Não para a eternidade (esperemos), mas para um texto específico. De 5 hipóteses, calhou-nos o mindgenius. Quanto a este programa, temos a dizer que é confuso. Nem sequer conseguimos saber como se tirava do modo de "criação" e se punha no modo "apresentação". Achámos uma particularidade do programa, bastante útil: o facto de se poder "abrir o esquema" consoante a apresentação se vai desenrolando, característica esta que também o powerpoint possui, mas em vez de se "ir abrindo" conceitos interligados, "abre-se" um novo slide. No entanto achámos que só com muita prática se pode arriscar a apresentar algo no programa devido ao difícil manuseamento e criação de ligações. Achamos ainda que não é um programa muito útil e prático, tendo em conta que o esquema final fica "estupidamente" grande, sendo que não cabe num ecrã de computador.

Demorámos umas quantas horas a entender o texto e a retirar as ideias e conceitos principais. Era denso, grande e muito específico. Tornou-se complicado traduzir os conceitos para português. Seguiram-se mais umas quantas e longas horas a entender o programa. Descobrimos a funcionalidade da tecla F1 dos teclados. Ficámos estupefactas a olhar para o pc, quando vimos uma tabela com explicações surgir. E até nos foi dito: "até no Office isto funciona, querem ver?" e eis que surge a dita tabela, também no Office. Boqueabertas, lá começámos a ler as indicações, a experimentar e a apagar e lentamente, a construir a nossa apresentação final.

O que concluímos deste trabalho (e dizemos trabalho e não texto porque isso fica para outras núpcias)?? Que temos "graves falhas" em termos informáticos (algo que sabíamos desde logo). Que se torna complicado, com essas ditas falhas (básicas) investigar/explorar um programa que em nada se assemelha aos que costumamos utilizar, sem a ajuda de um especialista, ou as luzes de um simples conhecedor. E que duas semanas não chegam para analisar um texto em Inglês de 33 páginas, explorar um programa que desconhecemos na totalidade e preparar uma apresentação do dito texto, utilizando o dito programa, em condições.

Foi um bom esforço e merecemos o devido reconhecimento. =)

E aqui fica, para além da tecla F1, outra luzinha que utilizámos no entendimento do programa: